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sábado, 8 de março de 2008
EDI��O IMPRESSA
terça-feira, 4 de março de 2008
AgriCabaz: Inscrições "Agricultura Familiar em Covas do Monte (S. Pedro do Sul)
domingo, 2 de março de 2008
MOVIMENTO DE ÁGUEDA
Breve Caracterização
(extratos do livro da Lígia Calapez)
Contexto em breve síntese
Águeda é um concelho cuja localização e tecido empresarial (constituído em grande medida por pequenas e médias empresas que desenvolvem actividade em áreas como metalurgia, cerâmica e têxteis) proporcionou o crescimento de uma camada economicamente favorecida, de par de uma mão-de-obra globalmente não especializada, facultando, por outro lado, que, até um passado recente, problemas sociais particularmente graves como o desemprego, não fossem generalizados.
O processo de industrialização do concelho (mantendo-se embora, em simultâneo, quadros de vida social próprios dos meios rurais) teve início na segunda metade do século passado registando um forte incremento após a Revolução de Abril de 1974, com a multiplicação de pequenas e médias empresas e a melhoria de condições de vida de muitas famílias residentes.
Esta realidade evoluiu num quadro de claras fracturas sociais, em que muitas famílias residentes ou migradas de zonas pobres do interior e migrantes de etnia africana – que assumem tarefas produtivas mais duras e mal pagas – vivem condições de pobreza e mesmo sub-humanas marcadas, nomeadamente, pelo não cumprimento de deveres e direitos sociais nas relações e contractos de trabalho.
Nos últimos anos, o quadro de desenvolvimento sócio-económico regista uma rápida mudança. No início de 2003 os níveis de desemprego eram calculados em 3,1% Um valor ainda bastante inferior à taxa de desemprego no país - cerca de 7% - mas que representa a quase duplicação desta percentagem entre 2001 e Março de 2003.
A condicionar e a agravar esta situação, encontram-se os baixos níveis de escolarização, reflectindo nomeadamente pouco investimento pessoal e social na formação. Tal como acontecia na década de 91, o nível de instrução predominante continua a ser o primeiro ciclo.
Cruzam-se assim diversas lógicas de exclusão.
As circunstâncias em que teve lugar o incremento da produção industrial propiciou que entre as classes favorecidas se desenvolvesse uma ideologia legitimadora de situações de privilégio social e politico, apresentadas como situações exemplares de ascensão social por mérito próprio.
Por outro lado, a aposta numa mão-de-obra indiferenciada, numa primeira fase inserida num quadro de desemprego apenas residual, conduziu a uma desvalorização da própria necessidade de formação, nomeadamente profissional. Dando lugar - com reflexos particularmente graves entre os jovens - a uma significativa margem da população que passa da frustração na escola para a frustração no mundo do trabalho. A falta de projectos de vida desvaloriza-a aos seus próprios olhos e aos olhos da comunidade em que vivem.
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Se, a partir de meados dos anos 70, os valores que animavam a vida social do Concelho estavam abertos à problemática dos Direitos humanos das pessoas com deficiência (facilmente assumido como grupo com desvantagens sociais), a partir dos anos 80, este mesmo investimento relativo a outros grupos sociais da nossa comunidade foi vivido como conflito e foi deslegitimado pelos grupos sociais que detinham o poder de decisão regulação da vida social local. Para esta situação contribuíram, tanto a divulgação dos resultados de um estudo sobre as causas sociais da mortalidade infantil em Águeda, entre 1986 e 1987, quanto a criação de estruturas sócio-educativas informais, em que as crianças das famílias pobres e marginalizadas de várias localidades do Concelho se constituíam como grupos comunitários. Os problemas sociais ganham visibilidade e voz. A procura de sentido para a mudança no encontro com Gentle Teaching, Rosa Madeira
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O processo que constitui a história do Movimento, é de uma contínua redescoberta e recriação.
Através das sucessivas respostas que foi identificando e construindo para fazer face às realidades que pretendia transformar e aos obstáculos com que se foi confrontando, o Movimento de Águeda vai dando origem a uma teia de iniciativas autónomas e interligadas, formais e informais, feitas de espaços e tempos (permanentes e pontuais) de acção e de reflexão.
Neste percurso foi-se descobrindo que o processo de construção/ luta por novos contextos de não-discriminação, igualdade e inclusão social representava um investimento permanente, não apenas na “solução” para as pessoas a quem se dirigia a sua acção, mas na aprendizagem pessoal e grupal de uma nova forma de “ser gente com gente na frente” e de resistência crítica face aos saberes e poderes sobre os quais assentam as estruturas e dinâmicas sociais (re)produtoras de discriminação e exclusão.
Construído passo a passo, ao sabor da interacção com a realidade, alargando redes no espaço e no tempo, o Movimento de Águeda afirma-se com base num nó sólido de valores, em que luta contra a exclusão rima com dignidade e solidariedade.
Fazendo uma leitura global do percurso do Movimento de Águeda:
Criação do Jardim de Infância da Bela Vista – apostando na integração da criança com deficiência num espaço educativo normal
Criação do Centro de Saúde
Criação de um vasto conjunto de instituições – com creche, jardim de infância e ATL, na sequência do trabalho desenvolvido pelos Grupos Comunitários
Constituição de Associações – pela necessidade de perpetuar no tempo iniciativas que partiram da informalidade. São exemplos: a Associação de Solidariedade Social Banco de Leite em 1990 e a Associação de Animação Artística Contador de Sonhos em 1999
Criação de organismos/serviços estruturas que se mantiveram/mantém ligadas e na dependência de uma ou várias instituições. São exemplos: Bela Vista, como sub-núcleo da associação de paralisia cerebral; Consulta de Puericultura; Centro de Criatividade da Bela Vista (posteriormente ATL); Serviço Social da Bela Vista; Equipa de Ensino Especial Integrado de Águeda; Consulta de Saúde Infantil; Consulta de Saúde Materna e Planeamento Familiar; Equipa Multiprofissional de Águeda; Creche Familiar; Ludoteca na EB1, nº 2 de Águeda; Intervenção Precoce; Mini-Equipas Multiprofissionais de Aguada de Cima, Borralha, Trofa e Valongo
Estruturas semi-formais e informais, que traduzem processos fluidos e funcionam como experiências. Exemplos: Grupo de Apoio ao Desenvolvimento da Criança; Programa de Apoio Domiciliário a Crianças com Problemas e de Risco Social; Grupos Comunitários; Banco de Leite; Campanha Pai Natal; Grupo de Animação Teatral de Águeda (GATA); os múltiplos projectos implementados pelo Movimento
A visibilidade das acções e iniciativas do movimento – nomeadamente através de colóquios, palestras, seminários, a própria rede ligando instituições e gente da comunidade - contribuiu para a sensibilização de um crescente número de pessoas para os ideais do Movimento e gerou um efeito multiplicador, reflectindo-se mesmo – como experiência piloto - ao nível de tomadas de posição politicas
O leque de efeitos aqui aflorado traduziu-se essencialmente na melhoria de condições de vida de um vasto conjunto de crianças/jovens e famílias.
sábado, 1 de março de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Associações de Doentes
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Ponte de Lima Junta médica dá alta a funcionária pública com limitações físicas 04.11.2007 -
sábado, 13 de outubro de 2007
O Elmo de Mambrino
José Ricardo
Costa
Eu tenho esta fotografia guardada há anos e ainda hoje não consigo deixar de olhar para ela.
Não esteja à espera que eu venha aqui com ironias mesquinhas sobre o facto de aquele jovem maoista e revolucionário de ar pensativo, ser hoje um liberal e presidente da Comissão Europeia. Acontece que eu olho, olho, olho e não consigo deixar de olhar. O que é que me fascina nesta fotografia?
Não é o prazer de imaginar um Durão Barroso anterior a Durão Barroso, vociferando contra a burguesia em nome da ditadura do proletariado. Muito antes de conhecer Heraclito, vi Rui Jordão a jogar no Sporting e Laranjeira a jogar no Benfica. Aprendi, desde então, que o caminho que se sobe é o mesmo que se desce.
O que me fascina é a convicção com que Durão Barroso estará a pensar no que estará a pensar. Poder ver o rosto de alguém que está absolutamente convicto do que está a pensar, sabendo-se que, hoje, está absolutamente convicto de que estava absolutamente enganado no que estava a pensar.
É um pouco como ver a imagem de Diana de Gales a sair pela porta giratória do hotel, minutos antes de morrer. Ver o rosto de alguém que sabemos que vai morrer sem saber que vai morrer.
Eu acho os mecanismos da convicção, espantosos. Para mim, a obra que melhor fala sobre a convicção chama-se D. Quixote de La Mancha. Foi escrita por Cervantes mas poderia ser escrita, fossem eles romancistas, por Platão, Montaigne, Descartes, Espinosa, Hume ou Nietzsche.
Tudo ali cheira a ilusão, a aparência, a falsidade, a mentira. Mas ilusão, aparência, falsidade e mentira, vividas com a maior das convicções.
D. Quixote olha para uma taberna e vê um castelo. Olha para uns pobres coitados e pensa que são fidalgos. Olha para um barbeiro com a sua tigela de metal na cabeça e julga tratar-se do mítico elmo de Mambrino. São mil e tal páginas cheias de ilusões.
Até aqui nada de anormal. D. Quixote é louco e os loucos são mesmo assim. Só que, ao mesmo tempo, D. Quixote está absolutamente convicto do que vê. E como prova ele tal convicção? Assim: " Tudo o que contei o vi com os meus próprios olhos e o toquei com estas minhas mãos".
Ora aqui está! Perguntassem a Durão Barroso, praguejando contra a democracia parlamentar, se estava convicto das suas ideias, que responderia ele? Que eram tão evidentes como se as visse com os seus próprios olhos e as tocasse com as suas próprias mãos.
É neste sentido que faz falta o saudável cepticismo dos filósofos. Gente que nem sempre vê o que os outros pensam que vêem, nem toca com as mãos o que outros pensam que tocam. E que vê com os seus olhos o que os outros nem sempre vêem e toca com as mãos o que os outros nem sempre tocam.
E não penso apenas nos alucinados Quixotes e Durões Barrosos deste mundo. Há alguém de quem nos esquecemos muito mas cuja "loucura" Cervantes passa o tempo a lembrar: Sancho Pança.
D. Quixote é louco com as suas convicções. Mas Sancho Pança está convicto da convicção de D. Quixote. D. Quixote é louco mas Sancho Pança vive na sombra da loucura do amo. D. Quixote, o louco, promete a Sancho torná-lo governador. Sancho vive na esperança de ser tornado governador por D. Quixote.
No final da obra, após um longo sono, Quixote acorda curado: "Já não sou D. Quixote de La Mancha, mas Alonso Quixano". E nega convictamente tudo aquilo em que convictamente acreditou.
Eu nunca morri por isso não sei bem o que se pensa quando se morre. Mas se calhar é como aconteceu a Quixote. Olha-se para trás e tudo em que acreditámos parece ilusório. E perdemos todas as convicções.
Talvez, nesse momento, todos os elmos que vimos ao longo da vida se transformem em simples tigelas de barbeiro.
jr_costa@clix.pt
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Família culpa médico por morte de parente
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Folheto organizado por Teresa Almeida (C.S.Águeda)
- “Pega-me ao colo sempre que queiras. Não é possível estragares-me com mimos.”
- “Quando choro é porque preciso de alguma coisa. Não choro para te irritar”.
- “Se já fizeste tudo o que podias para que eu me calasse e eu continuo a chorar, pega-me simplesmente e conforta-me.”
- “Sorri para mim, ri-te, canta, embala-me, dança comigo ou fala-me suavemente. É assim que o nosso amor vai crescendo”.
Bibliografia: Direcção Geral de Saúde, Kid’s Health for parents, Public Health Agency of Canada.
Como comunicar com o meu bebé?
A comunicação de 1- 3 meses
Promoção da Saúde Mental na Gravidez e 1ª Infância
C - 8 - -–--
C
Estes 1ºs meses são um tempo de grande excitação para os pais. Nesta altura, o bebé já reconhece a mãe e o pai, já ri e chora espontaneamente. A sua personalidade já começa a evidenciar-se, estando cada vez mais atento a tudo o que se passa à sua volta, tornando-se assim um membro activo da família.
Como é que o meu bebé comunica?
O choro, durante largos meses, vai continuar a ser o seu meio privilegiado de comunicação. Através dele, vai dar-lhe a entender se precisa de alguma coisa; poderá também chorar quando está a ser “bombardeado” por demasiados estímulos visuais e auditivos, o que o pode deixar confundido em relação ao mundo que o rodeia. Por vezes, também pode chorar sem nenhuma razão aparente. Tente não ficar muito ansiosa(o), se for este o caso, e não conseguir acalmá-lo.
O seu bebé, ao reconhecer o som da sua voz, poderá ficar
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As interacções que estabelecer, desde cedo, com o seu bebé vão permitir que ele cresça com um sentimento de segurança, confiança na relação com os outros e com curiosidade e desejo de explorar o mundo que o rodeia.
Devo ficar preocupada(o)?
Deverá falar com o seu médico se lhe parecer que o seu bebé chora durante demasiado tempo ou se o seu choro lhe parece esquisito. Ele poderá tranquilizá-la ou então encontrar alguma razão para que tal esteja a acontecer. A maior parte das vezes não se passa nada de errado e, ao ter a certeza que está tudo bem com o seu filho, isso pode ajudá-la a relaxar e a permanecer calma quando o bebé estiver inquieto.
A nível da comunicação, há algumas etapas que o seu bebé provavelmente irá atingir durante este período. Nesta idade, normalmente os bebés são capazes de:
- prestar atenção a caras novas e ao que está à sua volta;
- reagir a grandes barulhos;
- sorrir ao ouvir a voz dos pais;
- sorrir para outras pessoas (cerca dos 3 meses);
- galrear a partir dos 3 ou 4 meses.
Tenha sempre presente que os bebés, tal como as crianças, não se desenvolvem todos ao mesmo tempo. Normalmente não há nenhuma razão para preocupações mas é sempre bom ir falando com o seu médico, sobretudo se o seu bebé ainda não tiver atingido alguma destas etapas.
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chorar para descarregar algum excesso de energia. É comum que alguns bebés passem um período de inquietação ou “rabugice”, sempre à mesma hora da noite, geralmente a partir do meio da noite até ao amanhecer. A
pesar de ser desagradável para todos, normalmente esta fase é ultrapassada em pouco tempo, geralmente a partir dos 3 meses. Há coisas que poderá tentar para acalmar o bebé. Alguns reagem bem ao movimento quando são embalados ou quando são passeados ao colo para trás e para a frente dentro do próprio quarto; outros, preferem determinados sons, t
ais como música calma ou o zumbido de um aspirador. Por vezes demora algum tempo até que os pais descubram o que é que conforta o seu bebé durante estes períodos especialmente stressantes.
Porque é importante estabelecer uma boa comunicação com o bebé?
Cientistas têm demons- trado que uma comunicação adequada entre pais–criança e uma relação forte e positiva da criança aos pais (vinculação), são factores determinantes para o desenvolvimento psíquico e social da criança. Sabe-se hoje que uma ligação precoce da mãe ao bebé vai influenciar o seu desenvolvimento cerebral e contribuir para modular as emoções, o pensamento, a aprendizagem e o comportamento ao longo de to da a sua vida.
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os braços e as pernas. É natural que, durante este período, comece a rir-se sistematicamente para o pai e para a mãe. Contudo, é natural que não reaja da mesma maneira com estranhos, embora possa responder positivamente ao “cu-cu”, “té-té”. Nesta idade os bebés descobrem que conseguem vocalizar, ou seja, emitir sons. Alguns, por volta dos 2 meses, começam por a repetir sons de vogais (“ah-ah” ou “oh-oh”). O seu bebé pode “falar” consigo de várias maneiras: emitindo uma variedade enorme de sons, tomando a iniciativa de se rir para si e esperar pela sua resposta ou, simplesmente, respondendo com um sorriso às suas palavras. Os braços e as pernas mexem-se rapidamente e as mãos começam a abrir-se. Se se colocar perto dele, em frente ao seu rosto e se estiver bem atento(a), poderá até constatar que o seu bebé tenta imitar as suas expressões faciais (ex: abrir a boca, mexer a língua, abrir muito os olhos, etc.).
O que é que eu devo fazer ?
O seu bebé adora ouvir a sua voz, por isso, durante estes 1ºs meses, fale com ele, cante, emite os sons que ele vai fazendo e responda entusiasticamente aos seus sorrisos. Vá dizendo ao seu bebé para onde é que ele está a olhar, o que ele ou você estão a fazer.
Nomeie objectos familiares à medida que lhes vai tocando ou que os vai trazendo para perto dele (ex.: “ É a mão” , à medida que lhe toca na mão…; “É o biberão”, sempre que lhe for dar a água ou o leite…”). Apesar de ser um b
ebé ainda muito pequenino, isto irá ajudar a desenvolver o seu cérebro, ainda em crescimento. Ao ouvi-la(o) falar, o bebé começa a aprender a importância da linguagem, mesmo antes de compreender ou ser capaz de repetir quaisquer palavras.
Tire partido da “linguagem” do bebé para “conversar” com ele. Se ouvir algum som que o seu bebé tenha emitido, repita exactamente aquilo que ele fez e espere que ele “responda” com outro som qualquer. Deste modo, estará a dar-lhe valiosas lições acerca do tom, ritmo e de como esperar ou tomar a sua vez ao conversar com alguém. Estará também a transmitir ao seu bebé que ele é importante, na medida em que merece a sua atenção.
Não interrompa ou desvie o olhar enquanto o seu bebé está a “conversar” – mostre-lhe que está interessado e que ele pode confiar em si.
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Os bebés nesta idade parecem responder melhor à voz feminina, a qual está historicamente associada a conforto e comida. É por isso que muitas pessoas elevam e exageram o tom de voz quando falam para os bebés. Isto está correcto mas poderá também misturar palavras e tom de voz dos adultos. Embora pareça cedo, na realidade está já a preparar o caminho e a criar condições para as futuras 1ªs palavras.
Por vezes, os bebés têm momentos em que não lhes apetece “falar” ou vocalizar – até eles precisam do seu espaço!
Se o seu bebé se virar, fechar os olhos ou ficar irritado, não continue a insistir; deixe-o estar, ou aconchegue-o apenas no seu colo. Poderá apenas precisar de fazer um “intervalo” de toda a estimulação que recebe do mundo à sua volta. Poderá acontecer que o seu bebé continue a chorar, mesmo depois de lhe ter satisfeito as suas necessidades. Não desespere! É provável que possa ter sido demasiado estimulado, que esteja com cólicas intestinais, ou simplesmente precise de
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quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Desigualde persiste nas juntas médicas
EXTRATOS DO LIVRO «Gritos contra a indiferença de Fernando Nobre»
madalena
domingo, 15 de julho de 2007
Bar Velho Online
sábado, 14 de julho de 2007
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Jornal de Notícias - Professora com cancro regressa à escola após recusa de reforma
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Ordem mexe nas juntas médicas - por José Mota
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