O que é o Projecto Coisas do Vizinho?

Arca da Velha

Redes de Trocas, Mercados Solidários, Bancos do Tempo, e Moeda Local …que diferença fazem?
Encontro para discussão de exemplos e perspectivas emergentes e necessidades no sector da Economia Solidária na Região Centro de Portugal
Coimbra – Auditório da Escola Superior de Educação de Coimbra
24 de Janeiro de 2009 (Sábado)
Programa:
9h30 Filme: "O Dinheiro é Dívida" (dobrado em espanhol)
10h30 Intervalo
10h50 Apresentações e discussão
11h30 Intervalo
11h50 Apresentações e discussão
12h30 Encerramento
São bem-vindas apresentações formais (com ou sem multimédia) de exemplos ou experiências locais no domínio da Economia Solidária. (Estas não deverão exceder os 10 minutos.)
Para participar, faça a sua inscrição (obrigatória e gratuita) até dia 17 de Janeiro:
Envie uma mensagem de correio electrónico para o endereço joaovox@gmail.com ou sms para o 969 680 009, indicando o(s) nome(s), e se deseja fazer uma apresentação indique também o tema.
Promotores
Projecto "Terras Altas – Cultura Permanente"
http://permacultura-terras-
Beira Serra Sustentável – Rede Local de Permacultura
http://www.beira-serra-
Ecoliving Portugal http://www.ecolivingportugal.
Quinta da Cabeça do Mato
http://quintacabecadomato.
Quinta dos Melros
http://quintadosmelros.
Agricabaz
http://agricabaz.blogspot.com/
Coisas do Vizinho
http://coisasdovizinho.
Food for Brits
Informação Relacionada
Fórum Brasileiro de Economia Solidária
reas - red de redes de economía alternativa y solidária
http://www.economiasolidaria.
Red Latinoamericana de SocioEconomía Solidária
Cidades em Transição / Transition Towns
http://www.transitiontowns.org
Filme "Dinheiro é Dívida" Versões em Espanhol
http://video.google.com/
Barter Networks, Solidarity Markets, Time Banks and Local Currency ... what difference do they make?
Meeting for the discussion of emerging examples, perspectives and needs in the Solidarity Economy sector in the Central Region of Portugal
Coimbra - Auditorium of the School of Education of Coimbra
January 24, 2009 (Saturday)
Program:
9:30 Movie: "Money as Debt" (Spanish version)
10:30 Break
10.50 Presentations and discussion
11.30 Break
11.50 Presentations and discussion
12.30 End
Formal presentations about local examples or experiments in the field of Solidarity Economy are welcome. (These should not exceed 10 minutes.)
To participate, please sign up (compulsory and free) until 17th January:
Send an e-mail to: joaovox@gmail.com or text to 969 680 009, indicating the participant (s) name (s), and if you would like to make a presentation indicate the subject / title.
Promoters
Projecto "Terras Altas – Cultura Permanente"
http://permacultura-terras-
Beira Serra Sustentável –Local Permaculture Network
http://www.beira-serra-
Ecoliving Portugal
http://www.ecolivingportugal.
Quinta da Cabeça do Mato
http://quintacabecadomato.
Quinta dos Melros
http://quintadosmelros.
Agricabaz
http://agricabaz.blogspot.com/
Coisas do Vizinho
http://coisasdovizinho.
Food for Brits
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reas - red de redes de economía alternativa y solidária
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Red Latinoamericana de SocioEconomía Solidária
Cidades em Transição / Transition Towns
http://www.transitiontowns.org
Film "Money as Debt" Spanish Versions
http://video.google.com/
DESFECHO
"Não tenho mais palavras. Gastei-as a negar-te... (Só a negar-te eu pude combater O terror de te ver Em toda a parte.) Fosse qual fosse o chão da minha caminhada, Era certa a meu lado A divina presença impertinente Do teu vulto calado E paciente... E lutei, como luta um solitário Quando alguém lher perturba a sua solidão. Fechado num ouriço de recusas, Soltei a voz, arma que tu não usas, Sempre silencioso na agressão. Mas o tempo moeu na sua mó O joio amargo do que te dizia... Agora somos dois obstinados, Mudos e malogrados, Que apenas vão a par na teimosia."
Hoje a poesia clama o isolamento dos bairros
Bairros cidades de realojamento Transformados em guetos de sofrimentos Bairros onde habitam gentes de lusofonia Que gemem entre a escuridão a lentidão da política A poesia clama os gritos de dor e gemidos dos desprezados Bairros que nasceram com a imigração de gentes coloridas Gentes que vieram em busca da razão para viver Confiando na lusofonia prometida
Como representante legal do ICE – Instituto das Comunidades Educativas, parceiro do projecto “Covas do Monte Aldeia Viva” de Covas do Monte e a quem tem cabido, aliás, a responsabilidade pelo seu acompanhamento metodológico, dirijo-me a V. Exas. em virtude do que se passou com o concurso “A Minha Terra Quer”.
Levar uma comunidade isolada, em estado próximo da anomia, a começar a acreditar num futuro alternativo ao seu presente é um processo muito lento e complexo. Faz-se, ultrapassando as descrenças através dos pequenos êxitos que se conseguem, mostrando que os pequenos passos que se vão dando no sentido da melhoria das condições de vida podem ser objecto de reconhecimento. A mais pequena frustração às expectativas que eventualmente criam pode ser suficiente para o reinstalar do desânimo, para o criar da noção de que não vale a pena lutar.
Não nos surpreenderam, pois, as muitas reticências que os seus habitantes fizeram à ideia de candidatar a aldeia ao vosso concurso. Assim como não nos surpreendera a pouca crença que tinham na possibilidade de o vencerem e de através disso poderem realizar o seu sonho.
Face a esta realidade o que se passou com o concurso é da maior gravidade. Ao verem anunciada a vitória da sua aldeia, a comunidade entrou em euforia e pode dizer-se começou a acreditar em si. Começou a acreditar que de facto valia a pena “o que vem tentando”.
Verificar, três dias depois, que tudo não passava de um “engano” foi um duro golpe, recaindo numa descrença bem mais vincada do que aquela que possuíam quando o projecto se iniciou.
Este é o estrago e o prejuízo causado pela vossa estação.
Foi um engano, dizem-nos e, como é evidente, sabemos bem que os enganos são possíveis…
Mas não ilibam as responsabilidades. Uma instituição que se quer credível, respeitada, “preferida” aos olhos da opinião pública não pode ficar indiferente perante os estragos que provoque, ainda que involuntariamente. De algum modo tem de encontrar forma de redimir-se, de reconquistar a confiança dos que lesou. Não basta um pedido de desculpas privado, não publico. Tem – teria no caso vertente – de contribuir para “repor o ego” da comunidade de Covas do Monte.
Pode pensar-se que uma aldeia perdida na serra, com 54 habitantes não pesa no prestígio da SIC, mas esse seria um erro de quem não tem nomeadamente em conta a rede de relações que a aldeia em questão já construiu: através de instituições como a nossa, por exemplo, a sua influência chega a diversas universidades, autarquias e associações de desenvolvimento local.
Por tudo isto, pela importância que damos ao recriar da esperança em Covas do Monte, aguardamos, aguarda o ICE, uma reparação condigna e eficaz.
O Director Executivo
Rui d’Espiney
Estória, História...: Encontro de Contadores, Lareiras e Sabores
Maciço da Gralheira
3, 4 e 5 de Outubro de 2008 ''Quem faz o conto é o ouvido''
Italo Calvino
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